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Crônica - Jogos de Búzios - Manoel Messias Pereira

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MAR Jogos de Búzios Em 1955 no dia 3 de agosto nasci, e fui registrado com o nascimento no dia 16 de agosto deste ano. Portanto entre o fato do meu nascimento e o registro cartorário foram 13 dias de diferença. E sempre brinco que entre os calendários cristãos, gregoriano e juliano também há uma diferença de treze dias. Mas isto é apenas uma leve brincadeira. Nasci num lar, de muita simplicidade. E ainda na minha infância vi minha mãe jogando os búzios sobre as mesa, num espaço mágico entre as guias que limitava o seu olhar. Ela falava  em Yorubá, procurando o Odu ou seja o destino na leitura de sua espiritualidade e  aos poucos ensinava-me, lições  para que pudesse aprender com  seus olhares, palavras e gestos o respeito por minha existência. E isto nunca nego. Se sou o que sou pela obra e graças de Deus, que me concedeu uma mulher como um anjo, que possibilitou -me os primeiros passos e a leitura de um mundo com constantes fragilidades...

Palestra: questão Racial e Políticas Publicas

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poesia - Dores Contidas - Manoel Messias Pereira

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Dores contidas Homens e seus temores perseguidos por outros seres da mesma espécie, detentores dos horrores da guerra, atores de conflitos econômicos e políticos disfarçados de religiosos, que permitem atos de mobilidades. Que promove refugiados rejeitados e malditos, condenados a se perder de tudo entre a dor e arame farpado a tentar viver num mundo desolado deserto incerto. Perseguições de raça-etnias nacionalidades religiões ao sabor de incêndios de assédios querendo encontrar um brilho do sol e da praia até a morte, no mar ou na areia. Manoel Messias Pereira poeta Membro da Academia de Letras do Brasil - ALB São José do Rio Preto-SP. Brasil

Poesia - A luta de classe - Manoel Messias Pereira

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A luta de classe Riqueza é só ética do desespero do acúmulo de coisas, status de hipocrisia ideologia da herança da eternidade agora. E enquanto ainda somos todos crianças, pobres que mamam e que choram. As favas aos acúmulos das riquezas a vida é da luta de classe, da conquista vivida, sonhada e compartilhada na ternura da existência na leitura da paz no refletor das consciências repartam, acolham o mundo é de todos e todas comecemos a nos educar. Manoel Messias Pereira poeta Membro da Academia de Letras do Brasil - ALB Membro da Associação Rio-pretense de Escritores - ARPE São José do Rio Preto -SP.Brasil

Poesia - A Lei - Manoel Messias Pereira

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A lei Quem afirma que a lei é ordem devem entender de desordem pois a lei deve ser a expressão de um povo e não de um poder, deve estar alicerçada na condição de existir em benefício de todos e não de apenas uma camada social, a lei não é, ordem que de maneira imperativa ditam, mas deve ser o conteúdo de muitas e muitas assembleias. do contrário, oras, lei, . . . Manoel Messias Pereira poeta Membro da Academia de Letras do Brasil - ALB membro da Associação Rio-pretense de Escritores - ARPE São José do Rio Preto -SP. Brasil

Crônica - O medo e a Consciência - Manoel Messias Pereira

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O medo e a Consciência Que papel cumprimos a cada dia ? Sendo filhos, filhas, mulher, marido, homens, mulheres, sexuado assexuados, amantes, desamantes, amados ou desamantes, pessoas que percorrem as ruas, que frequentam escolas, que trabalham em fábricas em lojas, que rezamos, oramos ou não temos essas práticas. Que entendemos de algumas filosofias e que não entendemos outras tantas. Que pensamos em ser felizes mas nem sabemos o que consiste na felicidade. E é nessa forma que ficamos cara a cara com o direito do bem-estar privado, da família e da sociedade civil. Sendo que o filósofo Friderich Engels dizia que o Estado é a necessidade externa em que há um poder superior cuja a natureza esta ela subordinada. e assim surgem as leis a seus interesses. que são interesses particulares dos indivíduos. E assim como a opinião filosófica considera a parte na suas relações com o todo, foi encarada principalmente pelo filósofo francês  Montesquieu. Portanto o nosso papel n...

Cronica - A saga proletária brasileira - Manoel Messias Pereira

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A saga proletária brasileira É na vida aprendemos a acreditar em tudo, a chorar por tudo, a pensar em tudo e a ter um sentimento no mundo. Sentimos profundamente só num turbilhão da existência. Chamamos pela psicologia para acalmar nossos egos, na filosofia para entender nossos egos, na história pra entender a trajetória de nossas tragicomédias, a sociologia para buscar soluções macros ou micros para sair desta ou daquela condição social, e caímos na antropologia, pra fazer a leitura dos signos de nossas raízes e por fim recorremos as religiões para socorrer de tantos pecados, e culpas da própria condição de respirar e se sufocar. Entendendo que todos os momentos são diferentes uns dos outros, e cada captação de meu olhar sobre a realidade tem conexão e entendimento diferente, na convergência ou na divergência. O que precisamos entender é que vivemos na pura dialética materialista e histórica. Precisamos de roupa pra vestir, calçados para calçar nossos pés, comidas, como a...