poesia - A Tela - Manoel Messias Pereira
cubismo de Ed Oliveira
A Tela
Do fundo
tão imundo
desta realidade
buscamos
a nossa igualdade
Paz e felicidade
Subimos a escada máxima
sustentamos com resistência
a nossa existência
feito de místicas,
conceito e pré-conceitos
de nosso abstratismo
faemos o nosso concretismo
mas vale a pena,
pois a vida
é um cinema,
chamado situação de esquema
na qual enquadramos
como tela em teletema.
Manoel Messias Pereira
poeta
Membro da Academia de Letras do Brasil - ALB
Membro da Associação Rio-pretense de Escritores -ARPE
São José do Rio Preto-SP.
(ilustrando o poema há um cubismo de Ed Oliveira)
poeta
Membro da Academia de Letras do Brasil - ALB
Membro da Associação Rio-pretense de Escritores -ARPE
São José do Rio Preto-SP.
(ilustrando o poema há um cubismo de Ed Oliveira)

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